Em entrevista à Ferruccio De Bortoli, o Papa Francico foi perguntado:

Alguns dizem que a “Francisco-mania” não vai durar muito. Há algo em sua imagem pública que não gosta?

Gosto de estar entre as pessoas, junto de quem sofre, andar nas paróquias. Não gosto das interpretações ideológicas, uma certa mitologia do papa Francisco. Quando se diz, por exemplo, que eu saio de noite do Vaticano para dar de comer aos moradores de rua na via Ottaviano. Nunca pensei nisto. Sigmund Freud dizia,se não me engano, que em toda ideologização há uma agressão. Pintar o Papa como uma espécie de superman, uma espécie de ‘star’, me parece ofensivo. O Papa é um homem que ri, chora, dorme tranquilo e tem amigos como todos. Uma pessoa normal”.

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