A poucos dias atrás foi proclamado o novo rei da Espanha.

O novo rei da Espanha, Felipe de Bourbon, Felipe VI, terá a missão de governar a terra que outrora foi um grande país católico. A realeza espanhola que já foi grande defensora da fé católica, agora se mostra indiferente a fé, pelo menos.
Os que conhecem os valores que um sistema monárquico agrega a uma sociedade, principalmente num mundo laicista como o nosso, a princípio se alegraram com a notícia que parecia ser uma esperança para a politica e religião espanhola.  Mas, para decepção dos intusiastas, Felipe VI simplesmente dispensou três atitudes que o protocolo da cerimônia de entronização prevê: Assistir uma santa Missa, fazer o juramento com a mão sob a Bíblia e carregar um crucifixo.A igreja espanhola infelizmente não se pronunciou a respeito e poucas vozes se levantaram sobre o ocorrido.Como a cerimônia prevê, Felipe VI foi prestar seu  juramento diante da Câmara, para assim, ser finalmente aclamado e considerado rei por esta.O novo rei prestou seu juramento comprometendo-se assim a:

“Juro desempenhar fielmente minhas funções, guardar e fazer guardar a Constituição e as leis e respeitar os direitos dos cidadãos e das Comunidades Autônomas”, afirmou Felipe VI diante dos deputados e senadores no Congresso.

( Paco Campo /EFE )

( Paco Campo /EFE )

Seu pai e antecessor, o rei Juan Carlos, que abdicou do trono em seu favor, fez o mesmo juramento, mas ao contrário do que aconteceu hoje, jurou com a mão sobre uma bíblia e ao lado de um crucifixo, colocando Deus em seu reinado.

Felipe VI preferiu o escandaloso vazio da falta de Cristo do que se apresentar como rei subordinado ao rei de toda criação. A cerimônia pode ser considerada certamente uma vergonha para o país – que após sua evangelização – sempre se declarou como católico. Hoje, não mais, Cristo já não está mais representado no crucifixo e também não está mais nos corações.

Como não poderia ser diferente, esses gestos do novo rei renderam-lhe inumerosos elogios dos segmentos ateus, agnósticos e maçônicos da Espanha.  Felipe VI apresenta seu governo como uma revolução as bases da monarquia.

Com a decisão de recusar a  assistir a celebração de uma Missa em agradecimento pelo seu reinado, de não portar um crucifixo e jurar diante da bíblia, o novo rei da Espanha apresenta um reinado da caricatura.

 

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