Governo dos EUA queria obrigar religiosas a oferecerem esterilizações e distribuir anticoncepcionais, além de outros serviços que contrariam suas convicções



Em 2012, o governo dos Estados Unidos, presidido pelo abortista Barack Obama, decretou que todas as instituições a fornecerem plano de saúde aos seus empregados, incluindo controle de natalidade, esterilização e pílulas abortivas. Essas praticas que sempre foram condenadas pelo magistério da Igreja, em especial na Humanae Vitae, documento de Paulo VI  e que foi endossado por todos os Papas que o sucederam.

Na pratica,  as ordens do governo fariam que as instituições católicas e de algumas seitas protestantes agissem contra a consciência. Essa tática de repreensão velada ao exercício religioso através de leis e decretos que se apresentam de forma piedosa e sob um viés laicista tem efeitos imediatos sob aqueles a que se submetem.

  1. O individuo é obrigado a agir contra sua consciência
  2. Uma repreensão imediata da pratica religiosa em si. Aquilo que poderia ser crido e praticado publicamente passa a ser repreendido e deve ser banido da vida pública. Você quer crer? Então creia dentro da sua igreja. Evidentemente isso é uma patrulha não apenas do sentimento religioso, mas da opinião.

Diante da repreensão velada do governo Obama, uma congregação religiosa levou o caso até a suprema corte americana, que decidiu, de forma unânime, que o governo não pode multar a congregação das Irmãzinhas dos Pobres por não obedecer à ordem.

A Corte ordenou ainda que tribunais menores ajudem o governo a escolher um método alternativo para prover serviços, sem exigir a participação das freiras, informa a agência ACI Prensa.

“Essa decisão unânime é uma imensa vitória para as Irmãzinhas, para a liberdade religiosa e para todos os norte-americanos”, disse Mark Rienzi, conselheiro sênior do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa e advogado principal das religiosas.

O caso tomou visibilidade internacional em Setembro de 2015 com a visita surpresa de Sua Santidade Francisco as freiras. “É um sinal evidente de seu apoio a elas”, afirmou na ocasião o porta-voz da Santa Sé, o padre Federico Lombardi.

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