As feministas do Femen são conhecidas por suas afrontas a Igreja. Dotadas de uma capacidade criativa invejável, elas sempre aparecem mostrando seu seios e uma frasezinha atéia no corpo. Alias, é difícil escolher o que seria pior ver o rostinho de dragão das meninas ou as blasfêmias escritas no corpo. Contudo, as protestantes começam a experimentar um pouco da justiça humana.

Em decisão inédita, a justiça alemã condenou a feminista Josephine Witt, de 21 anos, a pagar uma multa de 1.200 eutos (aproximadamente 3.800 reais, segundo a cotação de hoje). Essa multa foi dada devido ao ultraje ao culto feito no natal de 2013. A feminista  invadiu a  catedral de Colônia (oeste da Alemanha) durante a celebração da santa missa e subindo sob o altar, exibiu seu torço no qual podia ver a frase “I am god” (“Eu sou Deus”) escrita sob o peito.

O tribunal de Colônia, em decisão inédita na Europa,  considerou culpada de perturbar o exercício da religião.

Josephine alegou em sua defesa que é ateia e não compreendia (ah vá!?) o porque de seu ato ser um problema, pois a arte sacra renascentista, como a presente na capela Sistina, possuí vários afrescos com figuras de pessoas nuas. Continuando seu ensaio de vitima declarou –  “Eu não queria perseguir ninguém” e tentou associar seu ato com a figura do Cristo crucificado “Até mesmo Jesus está seminu pendurado na cruz”.

Enfim, voltando seu vitimismo barato explicou que seu único objetivo era reivindicar o direito ao aborto livre, gratuito e sem restrições. A frase escolhida refletia seu pensamento de não precisar submeter seu corpo a uma divindade, pois, como relatou no inicio, ela é ateia. Seu julgamento irá continuar e ela pode pegar até três anos de prisão.

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