(Tradução revisada 5/08/16) Por Thomas D. Williams, Ph.D – Tradução Renato Aquino/ FidesPress – O grupo terrorista Estado Islâmico saiu publicamente para responder as declarações do Papa Francisco de que a guerra travada por terroristas islâmicos não é de natureza religiosa.

Na mais recente edição da Dabiq ,revista que contém a propaganda oficial do Estado Islâmico, o grupo terrorista critica Francisco por sua ingenuidade e apego a falsa convicção de que os muçulmanos desejam paz e convivência pacífica.

No artigo “By the Sword. (Pela Espada)”os autores afirmam enfaticamente que “Esta é uma guerra divinamente garantida entre a nação muçulmana e as nações dos infiéis”. A publicação nega repetidas vezes que “os atos de terror islâmicos são motivados por razões econômicas”, como sugeriu o pontífice em uma entrevista.

Mirando a exegese de Francisco, o ISIS declara que as palavras do Papa argentino, que sugere que um “autêntico Islã e uma leitura adequada do Alcorão se opõem a todas as formas de violência”, na verdade, constituem uma armadilha. “Francisco continua a se esconder atrás de um véu enganador de ‘boa vontade’, escondendo suas reais intenções de pacificar a nação muçulmana “, declara o inflamado artigo.

Retratando o Sumo Pontífice como um novo cruzado contra a nação islâmica, o artigo lamenta que apesar da natureza obviamente religiosa de seus ataques, “muitas pessoas nos países do cruzado (países ocidentais) expressam choque e até mesmo repugnância pelo fato da liderança do Estado Islâmico ‘usar a religião para justificar a violência… De fato, jihad – espalhando a regra de Deus pela espada – é uma obrigação encontrada no Alcorão que é a palavra de nosso Senhor”.”Derramar o sangue dos descrentes é uma obrigação comum. O comando é claro: Matar os descrentes, como disse Allah, ‘Então matar os idólatras onde quer que você encontre-los. “, relembra o artigo.

O Estado Islâmico também reagiu à descrição do Papa Francisco de recentes atos de terror islâmico como “violência sem sentido”, insistindo que não há nada de absurdo nisso. “A essência da questão é que há uma poesia para o nosso terrorismo, guerra, crueldade e brutalidade”, eles declaram, acrescentando que o seu ódio para o Ocidente cristão é absoluta e implacável.

Na conclusão do artigo, o ISIS deixa claro que esta é uma questão que não poderá ser resolvida com politica: “O fato é que mesmo que vocês (nações ocidentais) não nos bombardeasse, aprisionasse, torturasse, difamasse e não usurpasse nossas terras, nós (muçulmanos) temos que continuar a odiar vocês. Nossa principal razão para vos odiar não deixará de existir até que vocês abracem o Islã. Mesmo que vocês sejam submetidos a pagar jizyah [imposto para infiéis] e viver sob a autoridade do Islã na humilhação, gostaríamos de continuar a odiá-los.

Analisando uma recente conferência de imprensa no avião de volta da Polônia, onde o Santo Padre declarou aos jornalistas que o mundo está em guerra, “- Mas é uma guerra real, não uma guerra religiosa”, o Estado Islâmico concluí que Francisco “tem lutado contra a realidade” em seus esforços para retratar o Islã como uma religião de paz. Por fim, a revista pede que os muçulmanos peguem a espada da jihad, a “maior obrigação de um verdadeiro muçulmano”, contra os infiéis.

16 Responses

  1. Dina

    A teoria do Daesh é exactamente a mesma teoria dos islamofóbicos: contra o Papa, contra os líderes muçulmanos que promovem a paz, contra o próprio conceito de religião e de Deus único e misericordioso presente nas 3 religiões monoteístas. Obviamente que o Daesh não é religioso, é anti-religioso, mas afirma-se religioso, daí ser compreensível que o grande exorcista do Vaticano declare que o Daesh é o demónio, nunca tendo feito tal afirmação em relação ao Islamismo. Não nos deixemos enganar, pois se cristãos, ateus e muçulmanos ou outros se convencerem que o Islão é o que o Daesh diz, teremos certamente uma guerra sangrenta com intervenientes de todas as partes. É importante que todos nos unamos contra este tipo de ideologia enganadora e demoníaca.

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      • Francisco Rodrigues

        A DINA é uma montanha de ignorância e traumas….

        coitadinha

        venha à Europa e vá viver para o meio deles…..e deixe de ser intellectual tresloucada…

        já nem falo em ir para o vale de SWAT no AFEGANISTÃO……

        LEVAVA CHICOTADAS TODOS OS DIAS…..
        coitadinha de cabeça de pure de batata

      • Malu

        Quem já leu o Alcorão sabe que a “fé” deles se resume em matar os “infiéis”, os cristãos, os ocidentais, e que, fazendo isso, eles vão para o “céu”. A morte os torna heróis. Uma criança morrer nos comove, a eles não. Para eles ela morreu por Allah, pela “causa” deles. Ninguém se engane com os bonzinhos. Eles não causam terror, mas te “evangelizam” para te tornar um deles. A França está colhendo o que plantou: escancarou as portas para eles, que se multiplicaram rapidamente e começaram a exigir escolas e faculdades muçulmanas, bairros inteiros. Agora querem ocupar a Europa para criar seu Kalifado, a “Eurásia”. E o Brasil que não abra o olho ao invés das portas para ver o que está por vir…

    • Ana

      Já li sobre o Islã. Islã não é paz, é submissão. Submissão total, inclusive política. Isso gera sistemas políticos teocráticos. Claro que nem todo muçulmano é favorável à guerra, mas isso não significa que eles não desejem ardentemente nos tornar muçulmanos. Nós somos infiéis, Khafir. Nós somos, para muitos segmentos além do Daesh, “infiéis”. Tanto isso é verdade que a apostasia (ou conversão para outra religião) é punível com a morte em países majoritariamente muçulmanos. É uma religião muito violenta em que orações normais pedem à Allah (que eu tenho dúvidas de ser realmente o Deus abrâmico, haja vista o nome, que vem da divindade pagã Allat e não de YHWH) força na luta contra os inimigos do Islã. COmo eu sei disso? Eu tenho o Alcorão e li.

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      • Jesus Olimpio

        O deus dos muçulmanos é um dos milhares de deuses pagãos que havia em Meca e depois Maomé o colocou como o deus dele e de seus seguidores. Eles adoram uma pedra chamada Kaaba e tornam – se frios e insensíveis como um objeto inanimado ! O Deus de Abraão NÃO É o mesmo deus de Maomé. O Deus dos judeus diz por intermédio de Jesus Cristo : aos que morrerem me seguindo, após sua morte , viverão eternamente. E serão como os anjos que não se casam…….Por outro lado, o deus de Maomé diz : quem morrer pela causa islâmica, terá 7 virgens no paraíso. Ora, ora, notaram a contradição ? Um Deus diz : NÃO SE CASARÃO, serão como os anjos que não se casam. O outro diz : se casará com 7 virgens !!! Logo, são ensinos excludentes. São promessas de futuros excludentes! Portanto, NÃO É O MESMO DEUS ! Os muçulmanos seguem e servem ao diabo, Satanás, a antiga Serpente do Gênesis !

      • Aline Viani

        Exatamente, Ana. SUBMISSÃO. Mesmo os que não são violentos ou favoráveis à guerra e à perseguição são submissos àqueles que são. Eles talvez não pretendam nos atacar, mas o farão se suas lideranças o mandarem – ou no mínimo serão coniventes e omissos. Se houver nesse meio muçulmanos que se negam a validar essa violência é somente por duas razões básicas: alguns deles só são muçulmanos por obrigação (medo de serem perseguidos, torturados ou até mortos pelos demais) e os demais se converteram em países não islâmicos e abraçaram aquilo que consideraram bonito da crença ignorando ou desconsiderando todo o restante – vez que vivem em locais onde há liberdade religiosa efetiva e nunca foram incentivados a perseguir ninguém). Essa, contudo, não é a situação da maioria, para a qual os não-muçulmanos nem sequer são dignos de serem defendidos ou auxiliados por um muçulmano.

        Um bom livro para quem quer realmente entender como pensa alguém dessa religião é O PREÇO A PAGAR POR ME TORNAR CRISTÃO, do ex-muçulmano iraquiano Joseph Fadelle (nome de batismo cristão) que hoje vive exilado com a família na França. Neste livro, ele descreve como se converteu ao cristianismo e tudo o que teve que passar em função disso. O Papa, inclusive, deveria lê-lo.

        Nem todos os objetivos dos grupos muçulmanos são de ordem religiosa, obviamente. Tem muito de poder político e financeiro misturado no meio (quem ler o livro verá isso claramente), mas, mesmo esses objetivos acabam sendo validados pelos governos e as lideranças islâmicas em função dos ideais da religião, de modo que, como disse o ISIS, é sim uma guerra de fundo religioso.

        Não há como separar a religião de qualquer outro fator em se tratando do Islã. Nessas culturas, poder, governo e religião são todos interligados, formando uma coisa só. Até mesmo as leis civis e os sistemas de justiça dessas comunidades são moldados em função do que determina a religião. Não enxergar isso é realmente ser muito ingênuo…

    • Francisco Rodrigues

      Tanta Ignorância.

      No Al Quran está tudo bem explicado: MATAR OS INFIÉIS..incluindo aqui todos os que não são muçulmanos…

      Invocar islamofobia é NEM MAIS NEM MENOS…DAR LIBERDADE AOS MUÇULMANOS PARA APLICAR A ” SHARIA”, ou seja, matar mulheres à pedrada sob suspeita de infidelidade, enforcar suspostos gays, matar se e aos infiéis tem direito (!!!) a 72 virgens…..e outras barbaridades semelhantes.
      só cabeças de caca de galinha podem defender esta selvajaria………………..e vomitar islamofobia contra quem diz a VERDADE.

      Nós na Europa, já sabemos isso….

      Um dia o Brasil irá abrir os olhos………..e arejar os neurónios……e eles não escolhem inimigos……………………..na noite de fim de ano, das 500 mulheres violadas, torturadas e assassinadas em Colónia….algumas eram defensoras dos refugiados violadores….

      Pode ser que seja uma das escolhidas………….quando chegarem ao brasil…………….sera tarde para ter juízo..mas enfim

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  2. Elizadier

    As “profecias “do islã e tomar Roma um dia , assim como fez a Istambul.

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  3. Rosa

    Eu não sou obrigada a nada tenho livre arbítrio! O meu amor é a Deus! E não tenho o menor respeito a quem não respeita a minha religião, sou cristã sim!!!!!!

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  4. zenaide pereira

    Preocupante. Estamos voltando aos primeiros tempos do Cristianismo. com a perseguição acirrada. Coloquemo-nos por enquanto na situação dos “refugiados”? da Síria na Europa.

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  5. Assisfrank

    Esse papa está com sérios problema mentais. O Islã é inimigo de toda raça ocidental e até mesmo as orientais. Seu ensinamento são de morte e destruição !!! O ocidente deve urgentemente reuni-se para banidos da face da terra! Infelizmente não há outro modo!

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  6. José

    Os idiotas úteis que seguem essa religião, como os que foram presos pela Polícia Federal, o fazem agindo como criminosos. Um deles não tinha o menor respeito pela mãe em casa e sempre dizia que os que matam em nome de Alá são superiores aos que são assassinados. Eu espero que a prisão desses terroristas no Brasil sirva pelo menos pra abrir os olhos daqueles que ainda tinham dúvidas sobre o Islã ser uma religião sangrenta e assassina. O Islã nasceu para guerra e é a religião da espada como fala o Alcorão. Esses terroristas apenas seguem o que manda o livro “sagrado” deles.

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