Temos assistido a insistência  em satirizar a fé cristã, de modo especial a fé católica, os ataques são dos mais diversos. Voltaire, o filosofo mentiroso, já usava de suas ironias para com a Igreja. Mas qual é a intenção? Nós não devemos olhar essas sátiras com foco no “hoje”, mas com foco em médio e longo prazo.

Os cristãos imediatistas dizem: “finjamos ser superior, isso não nos atinge” ou “não demos atenção” . Atitude que invariavelmente abre espaço para que os ataques sejam cada vez mais frequentes e mais fortes.

Quando olhamos tais manifestações sob o prisma histórico, salta-nos aos olhos uma situação histórica análoga, a revolução francesa.

No século XVII, a população francesa se acostumou a ver inúmeras sátiras teatrais da Igreja. Essas eram cada vez mais difundidas, ajudando a maçonaria na preparação do grande acontecimento do século seguinte. A idéia de que a Igreja era uma pedra de tropeço na construção da verdadeira fraternidade, foi sendo deixada de lado “como um absurdo” para se tornar claramente algo possível, até chegar a plena adesão do povo francês.
Uma vez que os cristãos deixaram a la “volonté” a destruição cultural caminhou a passos largos.

Então, a França foi posta diante da grande pergunta:  Renega a Igreja de Roma?

O que fez a raça dos que não protestavam? Apostataram! E, os que permaneceram fiéis? Foram submetidos ao slogan da revolução: “Fraternité ou la mort” e foram para a guilhotina. Assim aconteceu inclusive com o clero.

Até hoje a França NÃO se converteu.

Então, reclamamos hoje ou regaremos o Brasil com a apostasia e sangue do martírio. O martírio é a menos pior das opções, mas sejamos sinceros: aqueles que evitam até a briga verbal para não “sujar a imagem’ terão forças para enfrentar o martírio?

REFERÊNCIAS:
Para ler a história da Igreja II – Do séc

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado.


*